Acabei de voltar do cinema. Vi o recomendado ‘Chega de saudade’, que não é lá essas coisas, mas fez pensar no amor. Principalmente, vendo aquele velho rabugento. Acho, na verdade, que estou longe de entender o amor. Veja a minha história com o Alessandro. A Pê sempre disse que nós éramos perfeitos um para o outro, porque temos os mesmos valores. Ele já me decepcionou e eu já o rejeitei. Quando eu quero confusão, ele se retrai, foge de mim como o diabo da cruz. Saímos juntos há duas semanas e dessa vez aconteceu o contrário. Eu não me senti confortável perto dele, que mais parecia um pombo perto de mim. Exibia-se o tempo todo; fez questão de dizer que está namorando, mas não está realmente com ela; não parava de pegar em mim, me beijar e me abraçar. E é óbvio que um se importa com o outro.
Talvez eu realmente queira um amor impossível. Não é o príncipe encantado – lindo e perfeito. Quero alguém que me faça rir, que me faça esquecer do cotidiano, que me deixe leve.
Comentei outro dia que ia provar outra série, My Boys. Fiquei completamente apaixonada pelo grupo de amigos que se reúne para dar risada, para beber e falar asneiras. É disso que eu preciso.
Quero esquecer a tensão e o estresse do meu trabalho, quero esquecer os problemas pessoais, quero esquecer do Plano B, quero esquecer das cobranças, quero espaço...como diz Elton, “But I want love, just a different kind / I want love, won't break me down / Won't brick me up, won't fence me in / I want a love, that don't mean a thing / That's the love I want, I want love”.


Leia este blog no seu celular