Doris&Daisy


04/04/2008


Época de IR

Abril é mês de declaração de Imposto de Renda, quando levantamos todo o dinheiro que deixamos vazar no ano anterior em um documento que, ironicamente, o banco chama de informe de rendimentos. Se há uma coisa que me falta é rendimento. Mas deixa pra lá, porque isso já é rotina e está na mão do contador (coitado).

 

Coincidência neste ano foi minhas férias forçadas, porque eu estava com muitos dias acumulados, terem caído bem neste período. Como não me programei para fazer nenhuma viagem, aproveitei para botar uma ordem na minha vida. Levantar o “informe de vivências” de 2007 e de todos os outros anos pra trás. Isso inclui revirar gavetas, me livrar de papéis inúteis, organizar documentos importantes, providenciar materiais em falta, buscar academia, pensar em dieta, organizar um plano B pra minha vida e, em meio a tudo isso, reviver histórias malucas com os recuerdos que vou encontrando nesta faxina geral.

 

Bem, tudo começou na segunda, com aquele papo firmeza com minha amiga. Problema ticado, resolvido. E então, voltei para as burocracias – joguei fora resultados de exames clínicos que fiz em 2002!!! Dá pra acreditar? Por que raios eu guardei isso? No idea. E então, enquanto dividia os documentos da casa em pastas, recebi um Oi no messenger. Do alma gêmea.

 

Eu já tinha pensado em escrever aqui que ele tinha sumido, me decepcionando nos mais altos níveis que a decepção pode alcançar. Mas antes de concretizar isso, ele ressurge e me dobra, simples assim. Pediu desculpas e eu nem pedi muita explicação, sabe? Ele mora no Sul, longe pra danar, não vai resolver ter uma DR assim. Até porque nem existe muito substrato pra isso. Fiquei feliz com mais uma questão ticada e resolvida na minha vida. Porque vou dizer: sempre que entrava no messenger pensava – será que ele vai estar online? E quando ele estava online, pensava – será que se eu disser oi ele responde? (cheguei a dizer uma vez e ele não respondeu).

 

Pois bem. Agora ele apareceu e temos um canal aberto, sem constrangimentos, para conversar quando for o caso. E quer saber? É o que basta.

Escrito por Doris às 15h31
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02/04/2008


Atualizando...

Esse blog nem parece mais que é meu tb. Além de ter dado uma relaxada já faz tempo, saí de férias e dei um “ixtópi” geral. Mas vamos lá.

 

A Daisy já me atualizou sobre My Boys, assim como já me providenciou os primeiros episódios que serão assistidos em breve. Aguardemmmmm comentários. Com este, alcanço a marca de quatro seriados-febre, além de Lost, Heroes e Grey’s Anatomy. Na próxima semana passarei um tempo na casa de meu tio, que é cirurgião e já me adiantou que está a-man-do House. Logo, chego a cinco seriados. Já ta bom, né? Oshe.

 

Só para dar um refresh...

 

Nas últimas duas semanas, estive na casa de meus pais, no interior. Se alguém ainda se lembra, eu tinha um gatinho, que conheci em novembro e nos encontramos vez ou outra, quando eu ia pra lá. Depois de vários encontros consecutivos, incluindo dormir na casa dele, almoçar junto e andar de mãos dadas no shopping, algumas conversas começaram a se aprofundar. Se alguém ainda se lembra também, eu busquei o perfil dele no orkut e tinha no status namorando (na época, alguém comentou no blog: rou-ba-da).

 

Na época, decidi não tocar no assunto relacionamento com ele. Esperar até ele me contar e nunca aconteceu. Eu conhecia uma informação que ele estava omitindo. Ok. Mas chega uma hora que é inevitável falar. A iniciativa foi dele e, se ele está mesmo namorando, agora ele oficialmente mentiu. Disse que terminou pouco antes de nos conhecermos... De verdade? Eu preferia a omissão. Mas como voltei pra SP, resolvi digerir isso e ver depois o que fazer.

 

Em tempo: não estou namorando, embora a Daisy insista em dizer que sim.

 

Ah, e pra finalizar. Eu voltei a ser amiga daquela ex-amiga que casou com meu ex-traumático. Depois de processar e entender todos os meus sentimentos e todas as informações racionalmente resolvi que é mais importante pra mim a amizade dela. E ponto. Chamei-a pra jantar na segunda-feira e tivemos uma conversa face-to-face.A melhor decisão que já tomei nesta história toda. I feel free and light!

Escrito por Doris às 12h41
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30/03/2008


Boa semana!

Pelo vídeo abaixo você deve ter percebido que sou aficionada pelos enlatados americanos. Eles me fazem rir, me fazem chorar, me fazem companhia, são temas de conversas com amigos e conhecidos.

 

No início do ano (por que, afinal, você percebeu que estamos praticamente em abril???), eu estava deslumbrada por Men in Trees. A primeira temporada tinha começado bem e começava a segunda parte ainda mais emocionante:a mocinha lutava para reencontrar o seu equilíbrio (e para isso, ganha a companhia de um bonitão – SÓ EM FILMES), enquanto o tonto do mocinho mostrava-se insatisfeito por ter voltado para ex. O tempo inteiro era aquele clima de “ainda te quero”, olhares calientes e todo aquele clichê que a gente adora. Agora eles estão juntos. Ele largou da ex, passou uma temporada no mar, quase morreu e agora eles decidiram que não dá mais para segurar, explode coração. Em outras palavras, o seriado ficou bem chatinho. Eu até acompanho, mas está me dando pregui, sabe?

 

Até que o Estadão abriu meus olhos. A Etiene Jacintho, aquela que tem a coluna dos meus sonhos, chamou atenção para a série My Boys, da Sony. Disse que ela era a heroína mais sincera, mais gente como a gente, que gosta do cara, mas não consegue se expressar perto dele e faz umas burradas e umas gafes, que só uma mulher “normal” poderia entender.

 

No início da noite, liguei a TV e encontrei o quê? My Boys. Resolvi dar uma degustada e saí direto para o computador para baixar o primeiro capítulo. Não, não farei mais comentários. Prefiro estudar o material com mais calma. Posso dizer, porém, que a série trouxe um fôlego para aquela depressão de domingo.

 

Escrito por Daisy às 21h35
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