Doris&Daisy


23/12/2007


Como manter a calma

Acho que já escrevi sobre a arte da diluição, mas não custa repetir sua sistemática:

 

Quando você conhece um gatinho, sai com ele, troca telefone, tchururu e etc, você fica depois esperando ele ligar. Inevitável, principalmente quando ele fala na hora do ‘ciao’ – te ligo. Então, para seu coração não disparar a cada vez que o telefone toca, você precisa ter na manga um gatinho B, que vai te diluir seu foco de atenção e garantir que você não fique à inteira disposição do gatinho A, logo, contribuindo para sua saúde e para a saúde de um possível relacionamento com o gatinho A (ou com o próprio B, por que não?).

 

Então, voltando ao meu dia-a-dia, eu conheci lá o tal alma gêmea. E a gente se encontrou uma segunda vez e ele foi embora pro Sul (claro que minha alma gêmea não ia morar ali na esquina!). Desde então, trocamos um ou outro e-mail, SMS, nos encontramos no messenger... e aí ele disse que não viria passar o Natal aqui. No sábado, mandei um SMS fofo, perguntando se ele tinha ficado mesmo por lá. ZERO resposta até o momento. Aí hoje, domingo, liguei. Não atendeu.

 

Ok. Respirei fundo e tirei da gaveta o gatinho A – aquele do interior, que descobri no orkut o relationshio status: namorando. Mas tudo bem, não cortei relações com ele e ainda bem. Eu sabia que um dia ele me seria útil. Mandei uma mensagem fofa, dizendo que estou com saudades. Pensando: ‘ele, pelo menos, eu sei que responde’.

 

Bem, ZERO resposta até agora. Acho que essa regra da diluição não ta funcionando muito bem... Porque agora eu estou de-ses-pe-ra-da por um toque no meu telefone. E tenho certeza que quando ele tocar, vai ser a Daisy!

Escrito por Doris às 20h55
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